Programação da Semana

Programação SETEMBRO

 

                                       

 


Cantora, compositora e pesquisadora musical natural de Niterói, RJ. Lançou seu primeiro álbum solo em 2013 e seu currículo inclui apresentações nos EUA, Peru, Uruguai e Alemanha. Com formação em História, Geisa traz uma perspectiva única para a cena musical: “Entendo cada canção como um ponto de encontro entre passado e presente, um caminho de comunicação”.

O show presta homenagem à icônica cantora e compositora, apresentando releituras das principais canções de seu repertório, como “Lover Man” e "Strange Fruit”. Em um formato acústico e intimista, evoca os clubes onde Billie Holiday consolidou seu nome como uma das grandes damas do jazz.


O Projeto Chapéu de Coro – Quase 40 é uma celebração. Através da música, especialmente, do canto em grupo, surgiu esta amizade de quase 40 anos entre os cantores que agora apresentam músicas que fizeram parte de sua formação, com arranjos próprios e de arranjadores consagrados neste meio.

A música vocal em grupo é uma forma antiga de arte e disseminação de cultura musical e o Projeto Chapéu de Coro – Quase 40 faz jus a esta importante expressão para a sociedade, disseminando e mantendo a tradição da harmonia vocal presente no cenário artístico brasileiro há muitos anos.

No repertório, o grupo vocal apresenta músicas de artistas como Chico Buarque, Rita Lee, Gilberto Gil, Janis Joplin e The Beatles, com arranjos vocais e solos que destacam as vozes individuais.


O show Aldir 79, traz a união de duas cantoras, Margot Cerqueira e Ana Amorim, que relembram no palco os sucessos de um dos maiores compositores brasileiros, Aldir Blanc. Trazendo para o público toda irreverência, drama, romantismo e consciência social sempre presentes nas letras do compositor, que nos deixou em 2020 e completaria 79 anos em 2025, as cantoras levarão para o palco pérolas de Aldir com parceiros como Guinga, João Bosco, Moacyr Luz e outros, em canções que marcaram o cancioneiro Brasileiro, e que ainda hoje reafirmam que Aldir Blanc sempre será um dos maiores compositores da nossa história. O show contará ainda, com o auxílio luxuoso de Rubinho Jacob no violão, Zé Luiz Maia no Baixo e Marcus Thadeu na percussão, e participação especial do saxofonista Breno Hirata no Sax, e da cantora e compositora Fátima Guedes que também assina a direção.


A fadista tijucana Ananda Botelho Mendes apresenta o show “Contos de Fado”, uma apresentação recheada de História e cultura. Já conhecida por protagonizar o resgate da canção lisboeta em terras cariocas, Ananda apresenta ao público de sua cidade os personagens mais cativantes do fado, numa divertida e rica jornada musical.

Acompanhada por Helinton Bettes na guitarra portuguesa e Lúcio Rodrigues na viola de fado, a fadista lança sua voz de maneira 100% acústica, como é feito nas casas de fado em Portugal, e também dá sua palhinha à guitarra. Com participação especial do experiente fadista português Quim Tomás, a “Carioca do Fado”, como é conhecida, mergulha mais fundo na História desse gênero musical lisboeta e convida o público a

adentrar um universo fascinante, cheio de intensidade, sensibilidade e humor. É lá que o cenário bucólico da Lisboa antiga nos fala de nossas raízes e de questões sociais pertinentes ainda hoje.

Toda a performance é permeada por uma contextualização histórica que abre espaço, inclusive, para que o público faça perguntas durante a apresentação. No repertório, fados tradicionais, marchas e canções trazem toda uma variedade de narrativas impressionantes, desenhando em cores vibrantes alguns arquétipos surpreendentemente familiares ao público brasileiro.


Trova Trio é uma formação pensada a partir das suas possibilidades sonoras e com repertório cuidadosamente escolhido, passeando por obras de Villa Lobos, Egberto Gismonti, Dominguinhos e Piazolla. Criado em 2024, o grupo já se apresentou no projeto Música na Laje, no Palácio da Música e na Casa Gremânia.

Entre choros e tangos, Eric Amanthea (Violão de 7 cordas), Júlia Bomfim (Violino) e Diego Torres (Acordeão), apresentam um passeio por estes gêneros de tanta beleza em uma formação pouco convencional e com possibilidades sonoras que nascem do encontro entre cordas e fole.


A Cia. Costurando Histórias realiza projetos culturais e artísticos desde 2001. Tem como foco principal a criação de tapetes artesanais que partem de livros e investiga as possibilidades de usos dessas obras nos campos da arte e da educação.

Em Fala, Bicho!, Bichos cantam e clamam nos cenários-tapetes. Neste espetáculo, a bicharada é o centro das atenções, fornecendo linhas e panos para as costuras do grupo. Tem poesia na mata atlântica e diversidade no brejo. Colorido na savana africana e misturichos que saem do livro. Viola caipira, instrumentos de percussão, rosnados, pios e coaxos dão enredo ao proseado. Roteiro e direção de Daniela Fossaluza. No elenco, Daniela. Denise Goneve e Deric Luis.


Guidi Vieira é cantora e compositora. Neste show intimista, Guidi canta o repertório de Itamar Assumpção, cuja obra acompanha desde 2004. Durante a pandemia a cantora fez diversas lives do repertório do compositor paulista, o que deu o pontapé para o show "Guidi canta Itamar Assumpção".


O Coral Amigos do São Vicente (ASV) apresenta seu espetáculo, "Memória das Águas", que

combina canções de grandes nomes da música popular brasileira, como Caetano Veloso, Lenine, Djavan entre outros. O grupo com 27 anos de história utiliza as águas como uma metáfora para explorar temas universais como a ancestralidade, a vida e a memória coletiva. Assim como a água segue seu curso por diferentes caminhos, as músicas escolhidas fluem por variadas sonoridades e estilos, levando o público a uma experiência de reconexão com suas emoções.


Detalhes é o novo show de Carlos Evanney, Cover oficial do Rei Roberto Carlos.

O artista baiano, veio no ano de 1974 para o Rio de Janeiro tentar a carreira artística, e conhecer o Rei Roberto Carlos. Cantou em bares, boites, churrascarias... e em 1978 gravou seu primeiro disco que foi um sucesso de vendas e boa aceitação nas rádios de todo Brasil, mas, por parecer com o Roberto Carlos, interpretar suas músicas, se vestir como ele e o povo nas ruas lhe chamar de Roberto Carlos, até mesmo se confundir, Carlos Evanney assumiu definitivamente ser cover do Rei, e há 23 anos ele é o cover oficial. Hoje com 23 discos gravados, e 3 dvs, faz shows por todo o brasil, já se apresentou nos programas: Fantástico, Faustão na globo, Altas Horas, encontro com Fátima Bernardes, Tatá Wernwck, Paulo Gustavo, Luciano Huck, e muitos outros programas de tv e rádios, foi o único cover a desfilar como destaque na beija flor campeã do carnaval de 2011 na Marques de Sapucaí, junto com o Rei Roberto Carlos, no carnaval, e 2020 na grande rio, ele foi contratado para uma participação especial no bloco fogo e paixão para mais de 20 mil pessoas no Largo De São Fracisco no carnaval de 2014, no rio de janeiro, hoje Carlos Evanney recebe elogios até do próprio Rei Roberto Carlos.


Formado por Carlos Gadelha e Alessandra Quintes, se propõe a explorar de maneira abrangente o repertório vocal e instrumental de alaúde e vihuela do século XVI e começo do século XVII.

Abordando tanto o desenvolvimento do repertório vocal quanto instrumental, o duo se dedica desde aos arranjos de madrigais até as canções do começo do século, já caminhando em direção à melodia solo acompanhada.


Imagine viver uma experiência musical única diferente de tudo o que você já viu, ouviu ou sentiu antes, que vai trazer paz para a sua alma e alegria para o seu coração... A Turnê Segue o Sol com o cantor e compositor Marcelo Daimom traz esse ano ainda como novidade a participação especial da cantora Anatasha Meckenna. Um Show Leve, Divertido e Emocionante! Paz e Alegria em Canções, Saúde Emocional para o seu Coração! Testemunhe você também ao vivo essa transformação de Seguir o Sol e Sorrir pra Luz! Segue o Sol!!!


“É com enorme alegria e satisfação que o Duo Santoro apresentará a sétima edição do projeto "O compositor é vivo!"; celebrando as nossas incríveis mulheres compositoras brasileiras”, exalta Paulo Santoro, ressaltando que o duo segue na missão de “divulgar a música brasileira que se faz hoje." Já o irmão Ricardo complementa: "tenho certeza que esta sétima edição do projeto representará um marco na carreira do Duo Santoro e uma oportunidade única para o público do Estado do Rio de Janeiro”, conclui.

O repertório do concerto, com exceção das duas estreias mundiais, foi construído ao longo da rica trajetória do Duo Santoro, apresentando uma diversidade de estilos que vai do clássico ao popular – de sonatas e minuetos a valsas e marchas. Para enriquecer a experiência do público, os músicos farão comentários detalhados sobre as obras, suas curiosidades e as histórias das compositoras.

O concerto terá acessibilidade em Libras.


"Flores" é um espetáculo musical que cruza o forró e a poesia, o corpo e a imaginação, a canção e o sertão, trazendo magia através da música brasileira para crianças de todas as idades.

Um encontro entre Paulinha Cavalcanti Voz, Atuação e Percussão e Joy Sales, Sanfona e Atuação. Duas artistas criadoras que celebram a força da música brasileira através de vozes que florescem no meio da aridez — como a própria Flor de Caroá. O show atravessa clássicos do forró e da MPB, costurando repertórios que dialogam com a tradição de Gonzaga, Dominguinhos, Anastácia, com o lirismo de Djavan, a força de Chico César e outros nomes que fazem o coração do Brasil pulsar.

Em cena, música, presença e teatralidade se entrelaçam para criar uma experiência sensível, dançante e arrebatadora. "Flores" é canto que perfuma o ar e toca fundo a alma de quem escuta.


Vivi Rocha é cantora, compositora e produtora musical brasileira. Iniciou sua carreira na música clássica, tendo estudado canto lírico e sido cantora do Theatro Municipal de São Paulo durante 7 anos.

No show Risco, a cantora faz uma celebração da vida e das possibilidades que ela nos oferece. Após celebrar o álbum Impermanente com uma temporada de 33 shows, Vivi retorna aos palcos para apresentar um show novo, que abraça o risco como principal ingrediente. O show mescla canções dos trabalhos anteriores da cantora, já conhecida por seus fortes arranjos vocais, e canções inéditas. Vivi também celebra o lançamento de seu primeiro livro de poesia, "surpresas são bem mais comuns que o tédio", lançado em Agosto pela Editora Urutau. Para as Quartas Acústicas, Vivi realiza um show intimista que une poesia e música, numa noite de exaltação do risco e das boas surpresas que a vida pode nos trazer quando nos abrimos a ela.


O Coro Ordizão, uma reverberação do sexteto Ordinarius, apresenta repertório formado por canções compostas por artistas nascidos há oito décadas - a geração de ouro da MPB que inclui Caetano Veloso, Chico Buarque, Luhli, Dolores Duran, Roberto Menescal, Gilberto Gil e tantos outros. Os arranjos vocais são de Augusto Ordine, a preparação vocal de Maíra Martins e monitoria de Beatriz Coimbra, Will Hester e Maíra Martins.

                                                     

Artista da infância, professor de música, autor infantil, origamista e contador de histórias. Neste show / contação que inclui músicas autorais, Hamilton Catette apresentará o Lançamento de seu novo livro “Lesmar e o ET”, da Série Origami. 


No show "Respiro", o duo paulistano formado por Stephanie Borgani (voz instrumental) e Luis Chamis (piano) transporta o ouvinte à diversas paisagens sonoras a partir de composições presentes nos EPs "Respiro, Vol. 1" e "Respiro, Vol. 2". Com profundidade e delicadeza, arranjos criativos e colaborativos, equilíbrio democrático e fluidez entre os dois instrumentos, os artistas passaram por um processo criativo onde tiveram que se despir de amarras, desfazer e refazer nós, desobedecer a padrões e experimentar desconstruir o próprio formato do duo de piano e voz. Flúido, como ondulações do mar.


A música brasileira é um patrimônio vivo e nossos mestres com mais de 80 anos carregam histórias e melodias que nos conectam com nossa identidade. Queremos mostrar que a arte deles não envelhece, pelo contrário, fica ainda mais rica e inspiradora com o tempo. Além disso, é uma chance para o público conhecer (ou se emocionar de novo) com esses clássicos.

Nesse espetáculo, o Coro Prelúdio da ACC apresenta canções de: Caetano Veloso, Gilberto Gil, Milton Nascimento, Ivan Lins (que completa 80 anos em 2025) entre outros, cantando em versão para coral sucessos como: Andar com Fé, Novo Tempo, Refazenda, Canção da América, Travessia entre outras músicas do rico repertório da MPB.



:  CALVANO sobe ao palco do Centro da Música Carioca para lançar Cabeça Humana, seu primeiro trabalho solo. O disco — que soa como um delírio consciente — mistura elementos da MPB, como harmonias sofisticadas e arranjos orquestrais, com beats eletrônicos e sintetizadores. A obra traça um paralelo entre o caos urbano e a confusão mental dos tempos atuais, abordando temas como a ansiedade, a superficialidade das redes e o desejo profundo de cura, costurando o surreal com a delicadeza das pequenas revelações da vida cotidiana. O show contará com um repertório de 15 faixas, sendo a maioria das composições assinada por CALVANO, com exceção de “Brilho de um Colibri” (CALVANO/Jorge Maya) e “Manga com Pimenta” (CALVANO/Gabriel Bueno/Diego Tilin). O show de Cabeça Humana convida o espectador a mergulhar em um universo particular — onde sons, palavras e emoções se entrelaçam em busca de sentido em meio ao turbilhão da existência contemporânea.


"Roda, Tristeza!" é um projeto musical de samba em formato de roda, feito para fazer a tristeza "rodar." Formada por mulheres aproximadas nas oficinas do Movimento das Mulheres Sambistas, a roda também promove espaços para participação de mulheres no samba, em especial mulheres negras, com deficiência ou parte da comunidade LBTA+ (lésbica, bissexual, travesti, transexual e assexual). Tendo sua estreia no Teatro Municipal do Rio de Janeiro na cerimônia de encerramento do ano das oficinas da Casa da Mulher Sambista, desde dezembro de 2023 a roda ocupa espaços diversos do Rio de Janeiro, como Museu Histórico da Cidade (2023); Salão Assyrio do Theatro Municipal do RJ (2023, 2024); Selina Rooftop (2024); Quilombo Ferreira Diniz (2024); Bar Sambódromo (2024 e 2025).

 

O presente programa apresenta um repertório híbrido e inicial produzido no Brasil para conjunto de saxofones com sonoridades e particularidades vinculadas ao desenvolvimento da música brasileira na primeira metade do século XX, resultado de um processo de transculturação ocorrido nas bandas filarmônicas e militares. Esse fenômeno pode ser observado na diversidade de influências que vão da ópera italiana ao tango brasileiro, além da música sacra e das danças afro-brasileiras estilizadas. A circulação dos gêneros nacionais e internacionais no repertório desses conjuntos instrumentais deu-se por meio da mediação entre a música orquestral, operística e de banda, através das práticas de transcrição, adaptação e arranjo, que resultaram na produção de obras escritas especificamente para conjuntos camerísticos de saxofones. O ABSTRAI ensemble apresenta por sua vez duas obras recentes para saxofone e clarone de compositores franceses. Ambos instrumentos compartilham curiosamente a mesma ancestralidade por conta do seu inventor Adolphe Sax, num diálogo musical contemporâneo que completa essa panorâmica das origens aos nossos dias.


Prepare-se para uma celebração inesquecível! O grupo Violúdico comemora 10 anos de estrada, invenção e afeto com um show vibrante, recheado de memórias, surpresas e muitas risadas. Um espetáculo para crianças, famílias, educadores, avós e todos que já dançaram, riram e se emocionaram com as canções e histórias dessa trajetória única.

O repertório é uma verdadeira viagem no tempo: músicas que marcaram os programas da TV Brasil, sucessos interativos, composições inéditas e até versões inusitadas de cantigas populares — tudo costurado com muito bom humor, teatro, dança e aquele toque criativo que só o Violúdico tem.

Com sua mistura inconfundível de ritmos — rock, samba, jazz, funk, bossa nova, reggae, carimbó, axé e muito mais — o show passeia por diferentes fases do grupo e convida o público a brincar junto.

Além das músicas, o show traz bonecos, bugigangas sonoras, coreografias, tutoriais de dança e muitas cenas engraçadas.

Venha celebrar 10 anos de arte, infância e música com o Violúdico. Um show para dançar, cantar, rir, relembrar — e criar novas memórias juntos.