Programação da Semana

Programação JULHO

 



apresenta





LEVA-ME CONTIGO é um tributo à carreira do cantor Agostinho dos Santos com direção musical, arranjos e violão e guitarra de Fábio Negroni. Participação especial do Guitarrista Robertinho de Paula, filho do grande violonista brasileiro Írio de Paula. E participação especial da Billy Holliday brasileira Leila Maria. Show idealizado pelo cantor e compositor Alcides Sodré. Essa será a apresentação de estreia do projeto.


A ideia da criação deste espetáculo surgiu quando Alcides Sodré e o maestro Gilson Peranzzetta interpretaram “Balada Triste”, de Dalton Vogeler e Esdras Silva em single lançado nas plataformas digitais. A gravação recebeu tantos elogios de artistas e músicos, que Alcides tomou a iniciativa de convidar o músico e arranjador Fábio Negroni para, juntos, realizarem o tributo LEVA-ME CONTIGO, comemorando os 90 anos do nascimento de Agostinho e esse ano completamos exatos 50 anos sem a sua presença nesse plano, mas podendo desfrutar de uma obra repleta de sucessos que marcaram para sempre a sua carreira e as nossas vidas.




O violonista apresenta um programa onde a música popular brasileira é apresentada, em arranjos de temas conhecidos de Tom Jobim, João Gilberto e Paulinho da Viola, ao lado de compositores como Sérgio Assad, Edino Krieger e Fred Schneiter, além de uma composição do próprio intérprete. Encerra o concerto a música do compositor alemão Brukhard Wolters, que está no último registro fonográfico de Barbieri, lançado em 2022.


Repertório:
Fred Schneiter - Deve ter Lua
Tom Jobim - Surfboard
João Gilberto -Um Abraço No Bonfá
Paulinho da Viola - Sarau para Radamés
Sérgio Assad - 3 Divertimentos
L. C. Barbieri - Prelúdio e Dança Nº 4
Edino Krieger - Passacalha para Fred Schneiter

Burkhard Wolters - Dshamilja


Luis Carlos Barbieri nasceu no Rio de Janeiro em 1963. Estudou com Sérgio Assad de 1980 até 1985, e posteriormente fez seu Bacharelado em Violão na EM-UFRJ. Nessa instituição, concluiu o Mestrado em Musicologia, em 2012, defendendo a dissertação “Catálogo Geral e Revisão Crítica da Obra para Violão Solo de Fred Schneiter”.



Como foi o universo foi criado? Qual o melhor material para se criar um ser humano? Por que precisamos ouvir histórias? Como elas vieram para aqui no Brasil? É verdade que existe um ser que mora no fundo do oceano? Para cada uma dessas perguntas e tantas outras existem muitos modos de responder. As culturas africanas enredam uma trama de contos e mitos que nos mostram sua maneira peculiar de compreender a vida. 

Em “Contos de Ori”, Tatiana Henrique e Hebert Said entremeiam materiais simples como terra, argila, água, feijão, às narrativas iorubano-brasileiras, repletas de deidades que amam, trabalham, dançam e riem, como nós, seres humanos. 





O show celebra os 15 anos da banda Magujam, uma apresentação recheada de sucessos do rock nacional e internacional, além de música dos 2 discos da banda!

Banda carioca de pop-rock com influências do Rock and Roll clássico e letras que descrevem o cotidiano da vida. A MAGUJAM é formada por Manu (voz), Mauricio Leiroz (guitarra solo e vocais), Guilherme Ferreira (baixo e Voz), Alexandre Leiroz (guitarra e vocais) e Marco Karam (bateria).


O projeto surgiu dos encontros musicais dos amigos Gustavo Brito, vocalista que fez parte da banda até 2021, e Maurício Leiroz, que se apresentaram juntos pela primeira vez em 2005 no programa Atitude.com da TVE. Logo após com a entrada de Alexandre Leiroz ao projeto, surge a MAGUJAM. A banda contou com alguns músicos que a acompanharam em shows e eventos, até a entrada do baterista Marco Karam e do baixista Guilherme Ferreira como membros fixos. Em 2022 Manu assume os vocais da banda.





Sidney Mattos e Gonzaguinha se conheceram na casa de Aluízio Porto Carreiro, a famosa Jaceguai 27, em 1970. Lá foi criado o MAU – Movimento Artístico Universitário que tinha, além deles, Ivan Lins, Aldir Blanc, Sílvio da Silva Jr, Quarteto Forma, Lucinha Lins e muitos outros. A partir daí Sidney passa a ser o primeiro Diretor Musical de Gonzaguinha participando de vários shows do início da carreira do cantor e compositor que seria mais tarde, reverenciado em todo o país. No Roteiro desse show tributo, informações preciosas da trajetória do grande artista como o início da carreira, os Festivais Universitários, a Censura, as influências e principalmente músicas que até hoje embalam nossos sonhos. Sidney faz os arranjos mantendo fielmente o estilo marcante de Gonzaguinha.


Sidney Mattos é músico, arranjador, compositor e arte-educador. Ex-integrante do MAU (Movimento Artístico Universitário) se apresentou ao lado de Cartola, Geraldo Azevedo, Tânia Maria, Marisa Gata Mansa, LesÉtoiles, JardsMacalé e Maria Alcina, entre outros. Fez a direção musical de Gonzaguinha e Ivan Lins no início dos anos 70 e tem participações em gravações de Elis Regina, Jorge Benjor, Evinha e muitos outros. Atuou como assessor pedagógico, músico e arranjador do programa Canta Conto TVE/RJ, ao lado de Bia Bedran. São aproximadamente trezentas composições gravadas, quinze CDs autorais, cinco infantis e mais sete instrumentais. São direções musicais para peças infantis e adultas, gravações em estúdio, televisão, teatros e concertos no Brasil, Europa e Índia.





Marcos Farina, biofísico, professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Formação musical nos Seminários de Música Pro-Arte do Rio de Janeiro com Felicia Wang (percepção e teoria musical) e Leo Soares (violão) entre o final da década de 1970 e início dos anos 1980. Aperfeiçoou-se com Turíbio Santos, Jodacil Damaceno e Leo Soares. Foi estudante ativo em vários festivais internacionais de música como Campos de Jordão, Curitiba, Teresópolis. Atuou profissionalmente durante 20 anos como membro do grupo de choro Galo Preto com o qual fez concertos pelo Brasil, no México, Suécia e Portugal. Gravou com os sambistas Elton Medeiros, Nelson Sargento, além de outras gravações profissionais. Atua na área de divulgação da ciência, tendo realizado palestras e oficinas que incluem apresentações musicais acompanhadas de informações sobre acústicas de instrumentos. Nos últimos anos tem se dedicado à composição de peças para violão solo.


Luiz Otávio Braga, violonista e compositor, Belém do Pará, 1953. Estudou violão popular com Lindomar Modesto (Belém, 1967-1968); erudito com João Pedro Borges (Rio, 1979-1980); teoria, arranjo e solfejo com Ian Guest (1980 – 1982); composição musical (Mário Ficarelli, 1985; José Penalva, 1986). Trabalhos em discos e concertos com notáveis da música urbana popular do Brasil e da música de concerto. Integrou a Camerata Carioca. Foi o precursor do ciclo de Oficinas de Choro Instrumental no Brasil com as quais ensinou a música de Choro de 1984 e até 2004. Autor dos livros O Violão Brasileiro, ed. Europa, 1988 (esgotado); O Violão de Sete Cordas: Teoria e Prática, Lumiar/Vitale, 2002.; Uma vez, um Violão: autobiografia de Luiz Otávio Braga, Outras Letras, 2022. Integra o Policarpo Quaresma Trio com o qual desenvolve seu trabalho atual. Professor aposentado de ensino de graduação do Instituto Villa-Lobos (faculdade de música da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro -Unirio), do qual foi diretor no quatriênio 2005-2009; professor aposentado do PPGM/CLA (Programa de Pós- Graduação em Música do Centro de Letras e Artes da Unirio)


Programa/Marcos Farina

1. Antonio Lauro (1917 – 1986; Venezuela) - El Marabino - El Negrito 2. Marcos Farina - Cinco estudos breves para violão - Onda vem, onda vai, onda que me leva - Choro-valsa - Na brisa da tarde - Pro Candeia - Sete cores


Programa/Luiz Otávio Braga

1. Josué de Barros . Choro I . Choro II 2. Alfredo Medeiros . Choro Triste 3. Leo Brouwer





O cantor Cezar Guerreiro conta a história da jovem guarda cantando as músicas da época daquela história passando por Wanderlea, Erasmo Carlos , Jerry Adriani, Roberto Carlos e outros com músicas como Diana, Nego Gato, Namorada de um amigo meu, Estupido Cupido, Banho de Lua entre outras. É um musical que a plateia canta, dança participando assim de todo o show. Este musical por onde passa deixa saudades. Quem não ama a jovem guarda e tem grandes recordações? Nossa back vocal com sua linda voz também traz grandes canções da época que encanta a todos presentes. Tudo isso claro com a nossa maravilhosa banda The Warriors Band que não tem como descrever o que tocam só vendo e assistindo o show.


Cantor ator compositor com 7 anos de carreira ja fez shows e musicais no Brasil .Nascido na Amazonia com influências musicais regionais e também com MPB<ROCK. Tem uma voz voz potente e uma presença de palco cativante que encanta por onde passa. Sua banda the Warriors band com seus musicos com muita experiência tocaram com musicos renomados fazendo um show imperdivel.





A dupla é caracterizada pelo virtuosismo - Duvivier no saxofone/clarinete e Andrés no seu incrível violão de 8 cordas - mostram arranjos surpreendentes para temas conhecidos e também novas composições que certamente agradarão a todo o público. O Duo vem se apresentando atualmente pelo Sul do Brasil e por segunda vez pela Europa, eles estão mais do que prontos para mostrar ao público brasileiro o sucesso conquistado nos palcos europeus com essas interpretações que vão lavar a alma do nosso público.

O duo foi formado ano 2018, a partir desse ano o duo vem se apresentando em casas de show e Teatros no Brasil e Europa.


Edgar Duvivier e Dami Andrés têm carreiras musicais de muito sucesso como intérpretes e compositores. Juntos desde 2018, eles formam uma dupla que transita facilmente do clássico ao popular, do latino ao jazz, apresentando as composições musicais mais representativas da América Latina. O show de Edgar Duvivier e Dami Andres viaja no tempo e no espaço através de melodias e ritmos de origem argentina, brasileira, caribenha e mexicana que fazem uma música incrivelmente rica, apreciada em todo o mundo.





O espetáculo conta a história dos dois últimos  palhaços  sobreviventes do mundo que se encontram em meio ao lixo e juntos embarcam em uma aventura sustentável pela reconstrução da humanidade, da natureza e da vida.







Depois de dez anos, e no dia mundial do Rock, o Água Brava retorna ao palco! Ivo Ricardo e Daniel Cheese voltando com toda a energia, alegria e vigor. Contando com os auxílios luxuosos de Paulo Grua (vocal), Alex Ruas (guitarra) e Helio Ratis (bateria). Grupo carioca de hard-heavy-rock, surgido em 1980, teve significativa presença na cena do Rock Brasil dos Anos 80. No auge do Rock Brasil, o Água Brava marcou sua presença nos palcos do Canecão, Circo Voador, Parque Lage, Noites Cariocas, Mistura Fina e Sesc, entre outros.







Pepê Moraes é músico, autor e foi indicado pela própria Lucinha Araújo a cover oficial de Cazuza nesse show ele apresenta as principais canções de rock que marcaram época.





O show percorre toda a carreira dos Beatles, primeira e segunda fases e carreiras solo. A Black Bird interpreta no palco canções que os Beatles jamais tocaram ao vivo, dispondo de integrantes versáteis e qualificados.

A Black Bird completa 25 anos de uma história de sucesso. Desde sua fundação, em 1998, a banda já tocou nos mais badalados lugares do Rio de Janeiro, como Canecão, Teatro Rival, Garden Hall, Hard Rock Café, Golden Room do Copacabana Palace e na Praia de Copacabana, em festivais como o Fifa Fan Fest e Mondial de la Bière, além de programas de televisão como o Big Brother Brasil (Globo) e o Todas as Bossas (Cultura).


Com um currículo de mais de mil shows, tornou-se conhecida por seu carisma e por sua interação com o público, tanto ao vivo como através de sua presença nas redes sociais, além da qualidade na execução da obra dos Beatles.





Em seu novo álbum, o Choro Novo compartilha experiências e experimentações sonoras construídas nas ruas, praças, escolas e palcos brasileiros. Roteiros, arranjos, repertórios e performances constituídas a partir do contato com o ouvinte e de uma escuta que busca apreender e aprender com o público, e os sons que dizem sobre suas histórias, afetos, lugares e memórias - uma trama complexa que reúne diversidade sonora e diferentes cotidianos, num repertório-álbum-trajetória comum.


Com este espírito, Abel Luiz (cavaquinho, bandolim, viola caipira e violão tenor), Marlon Mouzer (violão sete cordas) e Reinaldo Pestana (bateria e percussão), apresentam o novo álbum do Choro Novo, “Diálogos Sonoros” – som que é fruto da conversa e da escuta de nossa cidade, das vidas que nelas habitam, e dos encantos e encontros extra-ordinários promovidos por Encantados Brasileiros como: Mestre Siqueira, Lô Borges, Sivuca, Rita Lee, Nelson Cavaquinho, Fenando Brant, Guilherme de Brito, Chico Buarque, João Bosco, Raul Seixas, Milton Nascimento, Waldir Azevedo, Gonzaguinha, Ernesto Nazareth, Arnaldo Baptista, Joel Nascimento, Claudio Roberto, Teca Calazans, Marcio Borges, Villa Lobos e Aldir Blanc. Por fim, segue um registro dedicado ao nosso Brasil Sonoro, diverso e profundo, repleto de “Diálogos Sonoros”, dedicado à todas as crianças do mundo, retratadas na obra de Fernando Diniz que ilustra nosso segundo álbum.





Eis que chegam à cidade dois shows circenses ao mesmo tempo, marcados para o mesmo horário, no mesmo local. Os melhores palhaços do mundo descobrem que terão que dividir o picadeiro - o duelo está formado. Quem será o melhor? Começa a busca pela vitória: os palhaços apresentam seus números desafia- dores e descobrem que podem estragar o show do artista rival. As crianças são os jurados: Quem irá sair do picadeiro com o prêmio de melhor show? A busca pela perfeição mostra ao público o quão paspalhos somos quando queremos “vencer na vida”. A humanidade e o desafio deixam em evidência a beleza de ser que se é e aceitar-se humano e frágil. No final, estamos todos juntos.





O show contará com um repertório que abrange músicas de seus dois albuns autorais, "Gárgula" de 1994, com músicas como: Kaizen, Gárgula e Horda, e músicas do último trabalho “Áquila”, 2019. Um projeto conceitual tendo como tema a cidade italiana fundada em 1230 com o nome de “Província de Aquila”. Uma cidade peculiar nascida não por uma casualidade, mas por um projeto que não encontra precedentes na história do urbanismo.


A construção foi iniciada por Frederico II, Sacro Imperador Romano e Rei da Sicília, a partir de várias aldeias já existentes (noventa e nove, de acordo com a tradição local). Por isso a cidade possui noventa e nove igrejas, noventa e nove fontes, noventa e nove castelos etc. Desde sua fundação vem sendo sacudida por eventos telúricos que arrasam construções, tiram vidas e colocam a cidade numa eterna luta pela reconstrução. Fazem parte do repertório temas alusivos a construções, lugares e eventos da cidade, como “O Grande Sismo”, terceiro movimento da Suíte Áquila composta de 5 partes sendo que seu último tema “Fênix” é uma alusão ao recomeço “ressurgindo das cinzas”.





Após 23 anos apresentando o TRIBUTO A MERCEDES SOSA colecionando quase 100 apresentações realizadas deste show em teatros e festivais como Blue Note SP, Teatro Rival Refit (RJ), Teatro Imperator (RJ), Sala Baden Powell (RJ), Teatro SESI (RJ), Teatro Oscar Niemeyer (Niterói), Blue Note RJ, Clube do Choro de Brasília, Sesc Santos, Fest Bossa & Jazz (Pipa-RN), Festival Latinidades (Brasília) Teatro Opera (Buenos Aires, Argentina), entre outros, pelo Brasil, Alemanha, Itália e Argentina, a cantora INDIANA NOMMA foi declarada pelos herdeiros de Mercedes Sosa, o tributo oficial à maior cantora da América Latina, após o lançamento do álbum homônimo ao show: MERCEDES SOSA: A VOZ DOS SEM VOZ.


Produzido por ela e lançado pela gravadora Mills Records, tanto no álbum, quanto no show de lançamento o público ouvirá canções de Violeta Parra como “Gracias a La Vida”. “ Volver a los 17”, de Ariel Ramirez e Felix Luna “Alfonsina y El Mar”, de César Isella “Canción con Todos”, de Silvio Rodriguez “La Maza”, de Pablo Milanez “Años”, de Horário Guarani “Si Se Calla El Cantor”, “Los Hermanos” de Atahualpa Yupanqui e tantas outras. Íntimo, profundo, denso, delicado e extremamente forte, o tom dado pela voz da intérprete INDIANA NOMMA aliado à sensibilidade simbiótica do violonista ANDRÉ PINTO SIQUEIRA, faz com que já na primeira audição o ouvinte se conecte com a atmosfera dos shows que Mercedes Sosa apresentou durante o exílio. Esse mesmo clima é reproduzido durante o show que é apresentado no formato voz e violão.







O show contará a trajetória da grande compositora Sueli Costa por meio da interpretação de seus grandes sucessos como Jura Secreta, Coração Ateu, Cordilheira, dentre tantos outros.

Masé Sant'Anna tem mais de 30 anos de Carreira. Dentre seus principais trabalhos estão Essas Mulheres Brasileiras, Viva Vinicius e Sobre o Infinito Paulinho





Embalando Ynaê é o mais novo disco de Thiago Kobe, o quarto álbum de músicas autorais e inéditas do vibrafonista, mas o formato traz uma grande novidade. Agora o artista apresenta um trabalho de vibrafone solo. Sem nenhum tipo de acompanhamento, ficam evidenciadas as características acústicas do instrumento. A sonoridade rica em harmônicos e até mesmo os ruídos característicos do vibrafone se destacam, fazendo com que o ouvinte sinta como se estivesse ao lado do instrumentista, ouvindo cada detalhe. São exploradas, também, as múltiplas possibilidades do instrumento e da linguagem que Kobe vem desenvolvendo ao longo dos anos. O caráter lírico, o tom lúdico e a natureza percussiva vão se combinando e se alternando apresentando um rico universo de possibilidades sonoras.


Embalando Ynaê é um profundo ato de carinho para uma criança que ainda não existe no plano físico. Ynaê é uma criança que já se apresentou diversas vezes em sonho, mas que não foi trazida ao mundo. É, portanto, um amor que se constrói na dimensão da espiritualidade e essa mesma espiritualidade está extremamente presente ao longo de todo o disco, tal qual fica sugerido em vários dos títulos. As sete primeiras faixas são concebidas como uma unidade. Como se formassem uma grande suíte que embala essa criança. Como se vê, de ponta a ponta, é um disco feito de afeto, espiritualidade e a entrega de um artista que resolve se desnudar e apresentar o próprio trabalho da maneira mais verdadeira possível..





Quantas histórias uma Criança é capaz de criar e vivenciar? “Varal de Histórias” é uma contação de história desenvolvida a partir de pesquisas da linguagem da palhaçaria, do teatro, da música e do universo lúdico que cerca a Infância. Dois narradores, acompanhados de um músico, contam, cantam e compartilham com o público as histórias que trazem penduradas no seu varal.






Espetáculo unindo diversas sonoridades e influências. Uma das marcas do projeto é ousar nos arranjos de suas músicas autorais, misturando universos musicais como o rock progressivo, o alternativo, a música popular brasileira, o jazz e fusion. Dessa forma, a apresentação contará com o repertório autoral do grupo acompanhado de versões de artistas como Elis Regina, Rush, The Beatles e Esperanza Spalding, por exemplo. Criando uma atmosfera sonora diversa e potente, a BELLASIGMA espera tocar tanto pessoas que já acompanham o trabalho da banda, como conquistar um novo público a partir desta noite ímpar.


A BELLASIGMA nasceu como um projeto idealizado pela vocalista e pianista Isabella Carvalho no final de 2017. Inicialmente, o projeto musical criado na Zona Oeste do Rio de Janeiro, mais especificamente em Bangu, tinha como integrantes o baterista Bruno Ferreira, o contrabaixista Theuso, o guitarrista Raphael Rui - que posteriormente produziu dois EP's da banda -, além da fundadora do projeto. O guitarrista Raphael Rui permaneceu pouco tempo na formação, restando apenas os outros três integrantes. Isabella, Theuso e Bruno permaneceram trabalhando por alguns meses como um trio, e, durante este período, buscavam um guitarrista para completar o projeto. Após alguns testes e audições com outros guitarristas, Isabella retomou contato com um antigo colega de faculdade através de vídeos do mesmo tocando guitarra no Facebook. Thiago Terra entrou na banda em agosto de 2018 e passou a ser a peça que faltava para completar o grupo.






O show “Samba! Agoniza Mas Não Morre” fará um percurso pela obra musical de Nelson Sargento, através de seus clássicos, além de trazer sambas de seus amigos e parceiros como Cartola, Nei Lopes e Zé Luiz do Império, dando uma demonstração musical do ambiente do samba criado e vivenciado pelo mestre. Além do repertório musical, os shows trarão dados, curiosidades e histórias sobre a vida e obra de Nelson. O elenco será composto pela cantora Lazir Sinval e os cantores Mingo Silva e Ronaldo Mattos, filho do mestre Nelson, com participações especiais de seu parceiro mestre Zé Luiz do Império e da cantora Áurea Martins.






O recital com 60 min de duração será realizado com repertório do CD Violão Expandido de Mario da Silva lançado em Curitiba (2018) e exibido nos EUA e Canadá em 2022. Bem como, músicas de seu novo projeto JANELAS SONORAS DO VIOLÃO O projeto janelas sonoras do violão é um projeto continuo em que aborda o momento do isolamento.

Reflexões em sonoridade sobre o isolamento humano de 2020. São compositores que desenvolvi uma amizade ao longo da minha trajetória de 40 anos de violão Estrangeiros residentes no Brasil ou fora, brasileiros que desenvolvem suas carreiras aqui e em outros países. Turquia, China, Chile, Canadá tais como Elodie Bouny, Bryan Holmes, Clarice Assad, Sergio Assad, Celil Refik Kaya, Harry Crowl, dentre outros.



Ficha Técnica:

EXPOSIÇÃO MÚSICA BRASILIS

Curadoria: Rosana Lanzellote

Uma viagem pelos 500 anos da música no Brasil. Essa é a proposta da exposição interativa realizada pelo Instituto Musica Brasilis, sob a curadoria de Rosana Lanzelotte e traz a primeira linha interativa que mostra momentos emblemáticos e os músicos através de exemplos dos seus repertórios. Por meio de instrumentos musicais, vídeos e instalações interativas que ilustram os 5 séculos de música brasileira.

O projeto resgata a música brasileira, mostrando em três módulos, os instrumentos dos índios tupinambás passando pelos dos escravos africanos, chegando aos de origem europeia de diversas épocas, até os dias de hoje. Também conta com jogos onde os visitantes aprendem como funcionam as partituras e ainda podem brincar de compor a sua própria música.

MÓDULOS DA EXPOSIÇÃO

A - INSTRUMENTAL: instrumentos de origem indígena, europeia e africana. Em um totem interativo, o visitante seleciona vídeos que mostram como funcionam os instrumentos de diversas famílias – teclados, cordas, percussão e sopro ‐, em que músicos descrevem suas características e emprego na música.

 B – JOGOS:

JOGO DE COMPOR: os visitantes "criam" a própria música a partir de trechos pré-gravados. As diferentes seções da mesa correspondem aos "ingredientes" da música: ritmo, melodia e harmonia.

 JOGO DE MIX: possibilita aos visitantes entender, através de animações, como funciona a notação musical. Os visitantes podem atuar sobre o volume de partes da instrumentação, para compreender como se somam para formar a música.

 C - LINHA DO TEMPO DA MÚSICA BRASILEIRA: propicia o acesso a informações e vídeos de obras de mais de 500 compositores brasileiros. Os conteúdos são provenientes do portal Musica Brasilis e podem ser filtrados por autor, período e gênero.

 Serviço:

Exposição Música Brasilis

Reabertura dia 13 de Abril
Horário de visitação: Quinta a Domingo – 10h as 16h

Local: Palacete Garibaldi

Entrada Gratuita

Agendamento: www.sympla.com.br/centrodamusicacariocaarturdatavola