PROGRAMAÇÃO NOVEMBRO 2026
O Orí Jazz Trio apresenta um concerto especial em homenagem ao centenário do compositor, arranjador e multi instrumentista Moacir Santos (1926–2006), uma das figuras mais originais da música brasileira. Reconhecido por sua linguagem singular, que integra elementos do jazz e tradições afro-brasileiras, Moacir construiu uma obra marcada pela riqueza rítmica e harmônica — um legado que permanece vivo e inspirador cem anos após seu nascimento. Neste programa, o trio dedica especial atenção à série das célebres “Coisas”, obras emblemáticas do repertório de Moacir Santos, apresentando interpretações de Coisa nº 1, Coisa nº 2, Coisa nº 4, e Coisa nº 9, entre outras. O repertório se amplia com obras de importantes nomes da música brasileira que, de diferentes maneiras, dialogam com o universo sonoro de Moacir Santos e com as matrizes afro-brasileiras presentes em sua obra. Entre elas, destacam-se composições de Baden Powell, o canto ancestral do grupo Os Tincoãs, e canções consagradas de Gilberto Gil e Djavan, estabelecendo pontes entre Moacir Santos e renomados compositores brasileiros. A formação em violão, vibrafone e bateria permite explorar uma paleta tímbrica rica dentro do repertório. O Orí Jazz Trio constrói uma sonoridade baseada na interação entre os músicos, no desenvolvimento coletivo das ideias musicais. Mais do que uma homenagem, esta apresentação celebra a memória e a atualidade da obra de Moacir Santos, convidando o público a vivenciar sua música e sua profunda contribuição para a história da música brasileira.
Data: 01/11 – Domingo Horário: 11h Espaço: Sala Sarau Ingresso: R$ 30,00 (inteira) / R$ 15,00 (meia) Classificação: AL
Dana Oliver é licenciada em Artes, mestra em Gestão de Projetos e especialista em Performance Afro pela UNIRIO, com formação pela Escola de Teatro Martins Penna. Há mais de 20 anos, transita entre os palcos e os bastidores como atriz, contadora de histórias e produtora cultural, tecendo pontes entre a arte e as raízes afro-brasileiras. É CEO da Vão Brincar, iniciativa que celebra a Cultura da Infância e mantém vivas as tradições que nos formam.
Inspirado no folclore Ashanti e na obra Histórias de Ananse de Adwoa Badoe, o espetáculo infanto-juvenil narra a jornada da aranha Ananse, um ser astuto e vaidoso que vive entre a sabedoria e a tolice.
Ao perceber que as histórias e mitos ancestrais estão sendo esquecidos na Terra (Ayê), Ananse decide subir ao céu (Orum) para pedir à deusa Nyame o lendário Baú dos Sonhos, o lugar onde vivem todas as histórias do mundo.
Data: 01/11 – Domingo Horário: 16h Espaço: Sala Paulo Moura Ingresso: R$ 50,00 (inteira) / R$ 25,00 (meia) Classificação: AL
Este show solo nasceu de um desafio para o artista Ivan Azevedo: voltar a tocar violão e se acompanhar enquanto canta. Embora já esteja acostumado, há muitos anos, a apenas cantar, se impôs mais este desafio. Assim, em seu show apresentará algumas canções brasileiras que considera especiais, compostas por nomes como Gilberto Gil, Milton Nascimento, Dori Caymmi, Fátima Guedes, Djavan, Cartola, e outros menos conhecidos, mas de uma riqueza musical encantadora. Nesta aventura musical, Ivan conta com o auxílio de dois mais do que amigos, músicos do primeiro time de nossa música: Alexandre Berreldi no contrabaixo acústico e Georgia Câmara na percussão.
Participações: Alexandre Berreldi e Geórgia Câmara Data: 04/11 – quarta- feira Horário: 19h Espaço: Sala Sarau Ingresso: R$ 60,00 / R$ 30,00 Classificação: AL
A Feira Afroempreendedora Imagética reúne criações, saberes e talentos de mulheres empreendedoras, com acessórios, bijuterias, bolsas, kits energéticos, livros e vestimentas, celebrando a diversidade, a criatividade e a força do afroempreendedorismo.
Data: 05/11 – Quinta-feira Horário: 16h
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Em IMAGÉTICA, Zilá Lima conduz o público por uma experiência em que a música cria imagens, a memória ganha corpo e diferentes tempos se encontram. O espetáculo reúne novas composições, canções que fazem parte de sua trajetória e releituras de domínio público, construindo uma paisagem sonora marcada pela poesia, pela cultura popular brasileira e pela força da canção.
Cantora, compositora e berimbalista, Zilá iniciou sua trajetória artística na capoeira, aos 12 anos, onde nasceu sua relação com o berimbau, instrumento que se tornou uma marca de sua linguagem e presença em cena. Sua criação articula canto, ritmo e narrativa em uma pesquisa que atravessa memória, ancestralidade, afetos, experiências humanas e diferentes formas de expressão da música brasileira.
O repertório de IMAGÉTICA percorre diferentes estados de escuta: há canções que chegam como lembrança, outras que nascem do silêncio, do amor, da passagem do tempo e da transformação. Entre delicadeza e intensidade, o espetáculo cria um percurso em que cada música revela uma imagem e cada imagem abre espaço para outra.
A apresentação também estabelece uma ponte com Cantando Memórias, projeto criado por Zilá em 2016 e que marcou uma etapa importante de sua trajetória e que resultou no seu primeiro álbum - Cantando Memórias, lançado em 2016. Nesse encontro entre o que já foi vivido e o que começa a se revelar, algumas canções conhecidas pelo público convivem com novas criações, apontando para um trabalho que se amplia sem romper com suas raízes.
O nome IMAGÉTICA nasce da possibilidade de fazer ver por meio do som. É uma experiência em que aquilo que se escuta pode despertar paisagens, lembranças, sensações e imagens particulares em cada pessoa.
IMAGÉTICA é música para ouvir, sentir e imaginar.
Data: 05/11 – Quinta-feira Horário: 19h Espaço: Sala Paulo Moura Ingresso: R$ 60,00 (inteira)/R$ 30,00 (meia entrada) Classificação: AL
Chora Catarina, formado por instrumentistas com brilhantes carreiras individuais, cujo o apreço pelo o chorinho brasileiro os conectam, contrapõe com maestria a presença da trompa e os instrumentos característicos de uma roda de choro. Um convite irrecusável para ouvidos atentos.
Data: 06/11 - Sexta-feira Horário: 10h às 12h Contribuição Sugerida: R$ 10,00 a R$ 30,00 Classificação: AL
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Douglas Bastos é cantor, instrumentista, compositor, arranjador e artista plástico.
Músico desde os 8 anos de idade, é considerado pelo público como um nome importante na mistura de MPB e Jazz no Brasil, tamanha riqueza de letras, melodias e timbre único de voz que se mistura com solos e levadas virtuosas no violão. Douglas já se apresentou em diversas cidades do estado do Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Nova York, onde realizou seu primeiro show internacional.Com 4 álbuns de estúdio gravados e diversos
singles, também contribuiu como instrumentista, compositor e cantor nos trabalhos: Ponto de Equilíbrio “Maiores Segredos” (2024), Jonathan Ferr “Cura”(2021); Coruja BC1 “Brasil Futurista” (2021); com Luedji Luna,
BK e Tiee, no projeto “Poss”; com Serjão Loroza, compôs com parceiros as músicas
“Afronauta” e “Moprê”.
Douglas é um discípulo da riqueza musical Brasileira que possui o
Jazz como “Fio Condutor” de liberdade, idealizador do “1 minuto de Jazz” o mesmo possui uma serie na plataforma instagram somando 150k visualizações onde traz conhecimentos
acerca do Jazz a fim de desmistificar o mesmo.
Em 2026, lança o álbum “Caminho das Emoções”. Um álbum de 12 músicas inéditas que mistura MPB e Jazz.
Para levar a experiência na sua forma mais visceral e verdadeira possível, Douglas Bastos apresenta o show “Caminho das Emoções” com seu Trio formado por Douglas no violão e na voz, Tiago de Souza na Bateria e Samuel Siciliano nos teclados e sintetizadores. O show contará com as participações especiais de Josiel Konrad e Ana Paula Cruz. Músicos atuantes no cenário musical do Brasil e do mundo.
Participações: Josiel Konrad e Ana Paula Cruz Data: 06/11 - Sexta-feira Horário: 19h Espaço: Sala Paulo Moura Ingresso: R$ 30,00 (inteira) / R$ 15,00 (meia) Classificação: A14
Para celebrar o Mês da Consciência Negra, Eduardo Canto leva ao palco do Centro da Música Carioca Artur da Távola algumas histórias e canções de Artistas negros de todos os tempos, e composições que exaltam toda uma história. No roteiro Jamelão, Ataulfo Alves, Emilio Santiago, Dona Ivone Lara, Wilson Simonal e outros mais.
No roteiro: Tributo a Martin Luther King / Canto das Três Raças / Sorriso Negro / Travessia / Perola Negra / Folha Morta / Não Chore Mais (No Woman No Cry) / Disritmia / Saigon / Na Cadência do Samba / Folha Morta / Enredo do Meu Samba / Preciso Me Encontrar
Data: 07/11 Sábado Horário: 17h Espaço: Sala Paulo Moura Ingresso: R$ 30,00 (inteira) /R$ 15,00 (meia entrada) Classificação: AL
Dana Oliver é licenciada em Artes, mestra em Gestão de Projetos e especialista em Performance Afro pela UNIRIO, com formação pela Escola de Teatro Martins Penna. Há mais de 20 anos, transita entre os palcos e os bastidores como atriz, contadora de histórias e produtora cultural, tecendo pontes entre a arte e as raízes afro-brasileiras. É CEO da Vão Brincar, iniciativa que celebra a Cultura da Infância e mantém vivas as tradições que nos formam.
As tradições africanas são o coração da narrativa de Dana. Elas dão profundidade às histórias que ela conta e trazem ensinamentos sobre astúcia, coragem e cooperação — valores essenciais da comunidade. Ao compartilhar essas lendas, Dana preserva a herança cultural africana, educa sobre nossas raízes e nos convida a refletir sobre nossas próprias jornadas. Suas narrativas são pontes entre passado e presente, fortalecendo identidades e conexões culturais.
Data: 08/11 – Domingo Horário: 16h Espaço: Sala Sarau Ingresso: R$ 40,00 (inteira) / R$ 20,00 (meia) Classificação: AL
Data: 11/11 – Quarta-feira Horário: 19h Espaço: Sala Sarau Ingresso: R$ 30,00 (inteira) / R$ 15,00 (meia) Classificação: AL
Rafah Lins iniciou sua trajetória musical aos 13 anos como percussionista do grupo de samba “Novidade”. Oriundo de uma família de músicos, teve forte influência artística desde a infância, especialmente através de seu pai e da música gospel. Aos 17 anos passou a atuar
profissionalmente cantando MPB em bares e eventos. Aos 25 anos gravou seu primeiro EP gospel, experiência que o levou a se apresentar em diferentes regiões do Brasil. Hoje soma 27 anos de atuação musical e desenvolve um trabalho que une memória afetiva, identidade brasileira e música autoral.
Data: 12/11 – Quinta-feira Horário: 19h Espaço: Sala Paulo Moura Ingresso: R$ 30,00 (inteira) / R$ 15,00 (meia) Classificação: AL
“Quel canta Elza” é um espetáculo musical que atravessa as diferentes fases da obra de Elza Soares, revisitando a força estética, política e afetiva de uma das maiores vozes da música brasileira.
Em formato intimista, o show propõe um mergulho na potência artística de Elza a partir da interpretação Quel, cantora, compositora e atriz carioca, acompanhada pelo multi-instrumentista, arranjador e diretor musical Beto Lemos.
Mais do que um tributo, o espetáculo busca evidenciar a permanência e atualidade da obra de Elza Soares ao abordar temas como a voz feminina, a negritude, a resistência e as contradições do Brasil através da música.
Com releituras que transitam entre diferentes momentos da trajetória da artista homenageada, o repertório une clássicos e canções marcantes como” Mulher do Fim do Mundo”, “Fadas”, “Salve a Mocidade” e “Malandro”, revelando tanto a dimensão social quanto a delicadeza poética da obra de Elza. A direção musical e os arranjos assinados por Beto Lemos (violoncelo, rabeca e violão) conduzem a apresentação por atmosferas que alternam intensidade, dramaticidade e silêncio, criando um espetáculo sensível e profundamente brasileiro. O espetáculo conta com Beto Lemos e um percussionista.
Data: 13/11 - Sexta-feira Horário: 19h Espaço: Sala Paulo Moura Ingresso: R$ 60,00 (inteira) / R$ 30,00 (meia) Classificação: AL
Na declamação poética dos gregos antigos, a presença de um instrumento para acompanhar o poeta/orador era comum. Além de auxiliar na memorização do texto a ser declamado, o instrumento ajudava a ilustrar e intensificar o sentido das palavras, tornando o discurso mais comovente e efetivo.
Essa prática da voz cantada ou declamada acompanhada por instrumento musical, atravessou o tempo e está presente na prática musical até nossos dias, tanto no contexto da música popular quanto na música de concerto.
Na Europa dos séculos XVI ao XVIII, além da harpa e da viola da gamba, os instrumentos de cordas dedilhadas como o alaúde e as guitarras antigas, talvez por sua fácil portabilidade, foram largamente usados para acompanhar a voz cantada solista. Nesses séculos, muitas publicações surgiram para essa formação de duo : As canções e villancicos espanhóis, as frottole na Itália e as lute-songs da Inglaterra Elisabetana, as airs de cour na França e os tonos humanos espanhóis dos séculos XVII e XVIII.
Com a colonização européia nas américas, canções e peças instrumentais portuguesas e espanholas para as guitarras antigas desembarcaram no novo mundo, onde influenciaram e foram influenciadas pela cultura local dos povos originários e dos povos de origem africana.
O duo Ruysenõr, formado por Roger Burmester (Guitarra Barroca) e Leandro Mendes (canto e flauta doce) apresenta nesse projeto denominado “Sons Peregrinos”, um recorte dessa prática ancestral rumo às américas. Partindo de airs de cour de Etienne Moulinié (1599-1676) cantadas em espanhol, passando por tonos humanos do espanhol José Marín (c.1619-1699) até as Cachuas anotadas pelo padre Martínez Compañón no Peru do século XVIII.
Também serão apresentadas obras instrumentais que formavam o repertório standard dos violeiros nesse contexto de troca cultural entre península ibérica, áfrica e o novo mundo.
Para ilustrar esse sincretismo, selecionamos obras do guitarrista espanhol Santiago de Murcia (1673-1739) e obras anônimas do Manuscrito de Coimbra (séc.XVII).
Data: 14/11, Sábado, 16h Espaço: Sala Sarau Ingresso: R$ 30,00 (inteira) /R$ 15,00 (meia entrada) Classificação: AL
Formado pela filha de Candeia, e pelas netas de Cartola e Clementina de Jesus, o grupo Matriarcas do Samba nasceu em 2021, com espírito de valorizar os grandes bambas do samba e como forma de resistência cultural. A apresentação do grupo alterna música e contação de história, cuja as integrantes são testemunhas, considerando o vínculo familiar de cada uma. Com trajetória exitosa, o grupo já se apresentou nos teatros: Rival, Municipal de Niterói, Brigitte Blair, Ipanema, entre outros. Em 2025 teve participação em festival "Rio Loco Côtté" em Toulouse na França
Quando a ancestralidade sobe ao palco, o samba sorri. Em um encontro de gerações, novos talentos da oficina Quintal Delas se unem às Matriarcas do Samba, para celebrar a mulher negra, sua voz, sua memória e sua potência. Um espetáculo para cantar, sambar e se emocionar. As Matriarcas trazem o samba no DNA e suas histórias familiares ajudaram a compor a história da MPB e da cultura popular, descendentes diretas de Cartola, Candeia e Clementina de Jesus.
Data: 14/11, Sábado Horário: 17h Espaço: Sala Paulo Moura Ingresso: R$ 40,00 (inteira) /R$ 20,00 (meia entrada) Classificação: AL
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O Grupo Lekê é formado por músicos negros e se destaca por uma instrumentação que reúne diferentes sonoridades, promovendo o encontro entre a música de concerto e a música afro-brasileira. Seu repertório prioriza a música negra, com arranjos exclusivos, pensados especialmente para a formação do grupo, fazendo com que cada música ganhe uma sonoridade própria.
No show, o Lekê reverência à ancestralidade por meio de pontos de terreiro e de diferentes expressões da música afro-brasileira. Ao trazer instrumentos tradicionalmente presentes nas orquestras para o universo da música popular, o grupo propõe novos encontros entre repertórios, sonoridades e públicos, ampliando o acesso a esses instrumentos e criando um espaço de identificação, pertencimento e representatividade.
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Pérolas Negras – Histórias da Mãe África é um espetáculo da Cia. Mimos Brasil que celebra a ancestralidade africana e a tradição oral por meio de histórias que atravessam gerações, transmitindo saberes, valores e elementos fundamentais da cultura dos povos africanos.
A montagem reúne três narrativas: O Baú do Ananse, em que a aranha Ananse recebe a missão de conquistar as histórias do mundo, guardadas por Nyami; O Macaco de Nariz Branco, uma lenda da Guiné-Bissau que narra a aventura de um pequeno macaco e a origem do tambor; e A Menina e o Velho do Saco, história que aproxima a tradição oral africana do imaginário popular brasileiro.
Com teatro narrativo, mímica, manipulação de objetos e música ao vivo, o espetáculo conduz o público por um universo de encantamento, humor e descobertas. A montagem valoriza os griôs, guardiões da memória e da palavra, e evidencia as profundas contribuições das culturas africanas para a formação da identidade brasileira.
Pérolas Negras – Histórias da Mãe África é um convite ao reconhecimento da ancestralidade, à valorização da diversidade cultural e à preservação da memória dos povos.
Data: 15/11 – Domingo Horário: 16h Espaço: Sala Paulo Moura Ingresso: R$ 40,00 (inteira) / R$ 20,00 (meia) Classificação: AL
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Em celebração à cultura afro-brasileira e ao legado dos artistas negros na música brasileira, Julio! apresenta *O Canto que a História Não Conta*, um espetáculo acústico que propõe uma viagem por vozes, canções e histórias fundamentais para a construção da nossa identidade musical.
Com destaque para o samba e seus grandes intérpretes e compositores negros, o show valoriza a ancestralidade, a memória e a contribuição de artistas que transformaram a música brasileira, atravessando gerações e influenciando diferentes estilos.
Cantor, compositor e professor de História, Julio! conduz essa experiência por meio da música, aproximando o público de repertórios que carregam histórias de resistência, pertencimento, criatividade e transformação cultural.
Mais do que revisitar canções conhecidas, o espetáculo é um convite a reconhecer as vozes, trajetórias e legados que precisam continuar sendo ouvidos e celebrados.
Em formato acústico, *O Canto que a História Não Conta* celebra a potência da música negra brasileira e sua presença incontornável na história e na cultura do país.
Data: 18/11 – Quarta-feira Horário: 19h Espaço: Sala Sarau Ingresso: R$ 60,00 (inteira) / R$ 30,00 (meia) Classificação: AL
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Inspirados pelos sons dos anos 90, a banda compõe canções que abordam temas que vão desde visões de mundo até sentimentos pessoais. Suas letras e melodias se entrelaçam para transmitir mensagens sobre a vida, esperança e as complexidades das relações humanas e sociais
Para nós, cada show é uma oportunidade de viver o rock de maneira visceral, com a certeza de que a banda está sempre pronta para transformar qualquer palco em uma celebração da música e da vida.
A banda Sétima Era conta com fortes influências do Hip Hop e do Funk Rock em uma sonoridade única, combinando o rock com a cadência rítmica do rap, trazendo batidas marcantes e grooves pulsantes. As composições autorais são carregadas de letras reflexivas e de cunho social. O EP Correria aborda a dinâmica do cotidiano urbano músicas que remetem à velocidade da vida moderna como 'Trabalhador Brasileiro"
Data: 19/11 – Quinta-feira Horário: 19h Espaço: Sala Paulo Moura Ingresso: R$ 30,00 (inteira) / R$ 15,00 (meia) Classificação: AL
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Chora Catarina, formado por instrumentistas com brilhantes carreiras individuais, cujo o apreço pelo o chorinho brasileiro os conectam, contrapõe com maestria a presença da trompa e os instrumentos característicos de uma roda de choro. Um convite irrecusável para ouvidos atentos.
Data: 20/11 - Sexta-feira Horário: 10h às 12h Contribuição Sugerida: R$ 10,00 a R$ 30,00 Classificação: AL
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Idealizado pelo cantor, compositor, arranjador e produtor musical Allex Guedes, OMNISOUL é um espetáculo autoral que conecta música, memória, identidade e espiritualidade em uma linguagem contemporânea.
Com influências da soul music, da MPB e das matrizes culturais que formaram a música brasileira, o projeto propõe uma experiência que combina emoção, reflexão e celebração da diversidade.
O repertório autoral aborda temas como ancestralidade, pertencimento, transformação humana e conexão universal, criando pontes entre tradição e contemporaneidade.
Acompanhado por banda ao vivo, Allex conduz o público por cerca de 90 minutos de diferentes atmosferas sonoras e emocionais, em uma experiência que ultrapassa o entretenimento.
OMNISOUL valoriza a música autoral e a produção independente brasileira, reafirmando a arte como espaço de diálogo, consciência e transformação.
À frente do projeto, Allex Guedes reúne mais de duas décadas de trajetória artística, marcada pela independência criativa, inovação e busca por novas formas de conexão com o público.
Pioneiro na utilização da internet para a divulgação de sua obra desde meados dos anos 2000, o artista incorpora tecnologia, música e reflexão à construção de sua identidade.
OMNISOUL sintetiza essa trajetória em um espetáculo que celebra a cultura brasileira, a diversidade e a música como instrumento de encontro e transformação.
Data: 20/11 - Sexta-feira Horário: 19h Espaço: Sala Paulo Moura Ingresso: R$ 60,00 (inteira)/R$ 30,00 (meia entrada) Classificação: AL
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Bruno Castro trabalhou ao lado de Dona Ivone Lara por mais de duas décadas, tornando-se um de seus principais parceiros de composição. Foi ele quem, após a partida da artista, é um dos responsáveis por organizar, preservar e revelar o vasto acervo de canções inéditas que ela deixou e do qual nasceu o projeto Baú da Dona Ivone Lara, já reunindo nas edições anteriores nomes como Caetano Veloso, Maria Bethânia, Gilberto Gil, Beth Carvalho e muitos outros artistas de renome da música popular brasileira. Mais do que uma homenagem, o show é um mergulho afetivo e sofisticado na vida e na obra da Primeira-Dama do Samba. O espetáculo recusa o caminho óbvio das homenagens nostálgicas e aposta em uma estética rara nos palcos atuais: samba tratado com elegância, sem perder a força e a alma do popular.
O repertório percorre clássicos eternos como “Sonho Meu”, “Alguém Me Avisou”, “Acreditar”, “Tendência”, “Dizer Não Pro Adeus” e as pérolas menos conhecidas do baú simbólico de Dona Ivone: sambas pouco revisitados, mas carregados da mesma genialidade melódica e lírica que a eternizou. Entre música e narrativa, a noite percorrerá momentos marcantes de sua trajetória: da atuação pioneira como mulher compositora ao reconhecimento nacional e internacional.
A crítica que acompanhou a estreia foi unânime: “Em tempos de homenagens superficiais, “Baú da Dona Ivone Lara” se destaca por pesquisar, respeitar e reinterpretar com personalidade. É para ser ouvido com o mesmo silêncio reverente dedicado aos grandes concertos da música brasileira.”
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Ramon Araújo é Bacharel em Música pela UFRJ, tendo o violão como instrumento. Além de violonista, atua também como cantor, professor, arranjador e diretor musical. Para esse concerto solo, dedicado a afrobrasilidade, preparou um repertório de música instrumental, com arranjos próprios e de outros arranjadores.
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Data: 25/11 – quarta-feira Horário: 19h Espaço: Sala Sarau Ingresso: R$ 50,00 (inteira) / R$ 25,00 (meia) Classificação: AL
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Depois de participar de shows, cds e dvds de Jorge Vercillo, Luiza Possi, Simone, Marisa Monte, Luiz Melodia, Gilberto Gil, Fagner, Roberto Carlos … Ter participado do Festival de Montreaux (Suíça), Varadeiro (Chile), Cascais (Portugal), Rock in Rio (Brasil), Zeppa vem ao palco do Teatro Artur da Távola mostrar suas músicas cantadas por vozes como Alcione, Elba Ramalho, Mauricio Mattar, Zezé Di Camargo & Luciano, entre outros, misturadas com canções de compositores que lhe inspiraram na arte da composição. Músicas e histórias que lhe farão rir, chorar, cantar, dançar, e se emocionar.
Data: 26/11 – quinta-feira Horário: 19h Espaço: Sala Paulo Moura Ingresso: R$ 50,00 (inteira) / R$ 25,00 (meia) Classificação: AL
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Participações: Rildo Hora e Jorginho do Império Data: 27/11 - Sexta-feira Horário: 19h Espaço: Sala Paulo Moura Ingresso: R$ 60,00 (inteira) / R$ 30,00 (meia) Classificação: AL
A cantora e compositora Elaine Machado, carinhosamente conhecida como a "Dama do Samba", celebra 40 anos de carreira com o espetáculo inédito "História da Diva". Para tornar a celebração ainda mais histórica, a artista divide o palco com a lendária banda Raça Brasileira, revivendo a parceria que revolucionou o samba carioca na década de 1980.
O Espetáculo
O show é uma viagem musical que revisita os grandes sucessos de Elaine, desde a sua revelação no Morro do Borel até os palcos internacionais. O repertório traz clássicos de seus álbuns Jeito Maneiro e Tempo de Festa, além de homenagens a grandes parceiros de estrada, como o compositor Beto Sem Braço.
A presença da banda Raça Brasileira garante a autenticidade e o balanço cadenciado do legítimo pagode de raiz, transportando o público para a era de ouro que revelou a artista ao lado de nomes como Zeca Pagodinho e Jovelina Pérola Negra. Um encontro imperdível que exalta a força, a voz e a resistência de uma das maiores divas do nosso samba.
Data: 28/11, Sábado Horário: 17h Espaço: Sala Paulo Moura Ingresso: R$ 60,00 (inteira) /R$ 30,00 (meia entrada) Classificação: AL
O concerto Retratos do Brasil propõe uma viagem pela diversidade cultural e musical do país, revelando, por meio de diferentes compositores e gêneros, a riqueza de sonoridades que constituem a identidade brasileira.
O repertório tem início com Cantilena, de Heitor Villa-Lobos, um dos principais nomes da música brasileira, cuja obra estabeleceu importantes diálogos entre a tradição da música de concerto e as expressões musicais populares. Em seguida, Ijexá, de Hércules Gomes, destaca as influências afro-brasileiras e a força das tradições culturais que atravessam gerações e continuam inspirando a criação musical contemporânea.
A Suíte para Cordas, de Radamés Gnattali, evidencia o diálogo entre diferentes linguagens musicais, característica marcante da trajetória do compositor, que transitou entre a música de concerto e a música popular brasileira. Encerrando o programa, Cantiga – Baião e Frevo, de Hércules Gomes, celebra a vitalidade dos gêneros populares, destacando a riqueza rítmica e a diversidade das manifestações musicais brasileiras.
Ao reunir obras de diferentes períodos, linguagens e referências culturais, Retratos do Brasil convida o público a reconhecer a música como expressão da memória, da diversidade e da constante transformação da cultura brasileira. Mais do que apresentar um panorama musical, o concerto busca despertar novas escutas e valorizar os múltiplos caminhos pelos quais o Brasil se revela em sons, ritmos e melodias.
Data: 29/11 – Domingo Horário: 11h Espaço: Sala Sarau Ingresso: R$ 10,00 (inteira) / R$ 5,00 (meia) Classificação: AL
O Desdobrar das Histórias pretende desenvolver, através das palavras e da dobradura de papéis, o encontro com o universo mítico da criação do mundo das histórias e dos seres que o habitam. Ao narrar e dobrar histórias, o que se almeja é alcançar o intrinsecamente humano: a escuta, o acalanto, a acolhida, o ensinamento, a transmissão dos saberes e afetos, patrimônios indeléveis da humanidade.
Através da fruição dos contos de tradição oral de matriz africana e afro-brasileira desejamos redesenhar a marca identitária de nosso país múltiplo, variado, mágico, absolutamente rico em sua diversidade. Assim, desdobramos veredas e papéis a fim de tornar palpável e lúdico a magia do ato de escutar o outro para ser mais humano e inteiro. Unir papel, voz, dobradura, sonho, beleza, olhos, magia, histórias e ouvidos é a função d´O Desdobrar das Histórias.
Data: 28/11, Sábado Horário: 17h Espaço: Sala Paulo Moura Ingresso: R$ 60,00 (inteira) /R$ 30,00 (meia entrada) Classificação: AL



























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